A cinebiografia “Michael”, que retrata a trajetória brilhante do astro Michael Jackson, chegou aos cinemas sendo um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e cerca de US$ 217 milhões mundialmente na semana de estreia. Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, o longa revisita momentos marcantes da vida do artista que marcou gerações com ‘Billie Jean’, ‘They Don’t Care About Us’ e ‘Don’t Stop ’til You Get Enough’.
Mas, para além dos recordes alcançados, a produção também é cercada de polêmicas. Como acontece em muitos audiovisuais do gênero, o filme reacende o debate: o que é real e o que é ficção nessa obra? Abaixo, o Bahia.ba resgata alguns acontecimentos e te conta!
É verdade que o cabelo de Michael pegou fogo durante a filmagem de um comercial da Pepsi?
Sim, as cenas do filme que mostram o incêndio que atingiu o cabelo de Michael Jackson durante as filmagens de um comercial da Pepsi, em 1984, aconteceu na realidade. O erro na pirotecnia fez o cabelo de Michael pegar fogo, causando queimaduras graves e as consequências marcaram a vida do artista. O longa aborda as negociações conduzidas por seu advogado, John Branca, em torno de uma indenização milionária, que chegou a US$ 1,5 milhão e foi destinada à criação de um centro especializado em tratamento de queimaduras na Califórnia. Após deixar o hospital, Jackson passou a utilizar analgésicos, iniciando um processo que, segundo o próprio cantor relatou posteriormente, evoluiu para dependência.
A gravação do videoclipe de “Beat It” realmente teve envolvimento de gangues?
Sim, para o conceito de dança do clipe, Michael pediu para seu empresário na época, Ron Weisner, recrutar integrantes das gangues de Los Angeles, os Crips e os Bloods, para participarem das gravações. As gangues aceitaram o convite, chegaram ao galpão do ensaio em dois ônibus e o resultado foi uma das coreografias mais icônicas da música pop.
FONTE:Bahia.ba







